ACONTECEU NO ROTARY BOQUEIRÃO: NOVAS ASSOCIADAS, PALESTRA, EMPRESA CIDADÃ E PROJETO POSSO

ACONTECEU NO ROTARY BOQUEIRÃO: NOVAS ASSOCIADAS, PALESTRA, EMPRESA CIDADÃ E PROJETO POSSO

A 34° Reunião Ordinária do Rotary Club de Santos Boqueirão foi muito dinâmica desde o início com a admissão de novas Companheiras: Carolina Penteado, que retorna ao Clube, é engenheira e empresária na área do meio ambiente e sustentabilidade. Já, Ronéia da Silva Oliveira, é pedagoga e funcionária pública aposentada. Ambas são bem atuantes e vieram pra somar. Bem-vindas, Companheiras!


Em seguida, no Momento Posso, a companheira Diná Oliveira, Membro da Comissão de Diversidade, Equidade e Inclusão, revelou números estarrecedores do índice de violência contra a mulher e, uma vez mais, conclamou os homens para se unirem nessa luta, atuando principalmente junto aos jovens, na educação e orientação, e pediu mais envolvimento da sociedade e instituições escolares neste tema.


Na sequência, conhecemos mais sobre a Empresa Cidadã – Unimed Santos, com os diretores Claudio Mouta e Claudino Guerra Zenaide. Eles apresentaram o trabalho da instituição, não só na área médica, mas também na área de responsabilidade social corporativa, promovendo ações e campanhas junto à comunidade, envolvendo jovens aprendizes e pessoas carentes. A Unimed Santos também é parceira do nosso Projeto “Amo Tampinhas.”

  

E tivemos ainda, palestra com o médico Cirurgião Geral, Airton Zogaib Rodrigues, sobre o tema” Prevenção ao Câncer Colorretal – CCR”. Considerada uma doença de grande incidência; segundo o INCA, o Brasil registra mortalidade de 26.905 pacientes/ano. O câncer colorretal é o mais prevenível das neoplasias malignas.


Segundo Dr. Airton, “a causa exata deste câncer é desconhecida, é importante observar os sintomas, sinais e os fatores de risco…fatores genéticos são só 10% e o diagnóstico aumenta na faixa etária de 40 a 49 anos”. Homens e mulheres têm o mesmo risco para a doença. Quanto à prevenção, ele alertou para a importância de uma dieta saudável, dos exames periódicos, pois quando descoberto no início, o tratamento e cura são possíveis. Mais de 1/3 das mortes por CCR podem ser evitadas se houver o rastreamento regular a partir dos 45 anos de idade, na população geral. Comentou que, a maioria das neoplasias colorretais se inicia como pólipos, que habitualmente são assintomáticos. Quando o CCR é detectado precocemente, a taxa de sobrevida é de 95%. Finalizando, parabenizou o nosso Projeto HPV, pois o Câncer Colorretal tem também relação com o HPV.